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O sinal que o Corinthians deu no Paulistão e não passou despercebido

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O sinal que o Corinthians deu no Paulistão e não passou despercebido

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O Bola Quadrada, programa de análise esportiva de VEJA, abriu espaço para discutir o novo formato do Campeonato Paulista e acabou colocando o Corinthians no centro do debate. Para Amauri Segalla e Fábio Altman, o desempenho recente e a estrutura do elenco alvinegro fazem do clube um parâmetro relevante na comparação com rivais como Palmeiras e Flamengo ao longo da temporada (este texto é um resumo do vídeo acima).

A análise começou pela estreia do estadual, marcada pela vitória do Palmeiras sobre a Portuguesa e pelas declarações de Abel Ferreira sobre a preparação física de seus titulares. Ainda assim, Segalla avaliou que, apesar do planejamento palmeirense e das possíveis contratações de peso, como Thiago Almada e Jhon Arias, o Corinthians entra no mesmo patamar de disputa por títulos importantes.

Por que o Corinthians entra no grupo dos favoritos?

Para Altman, o Corinthians tem um time titular “muito bom” e capaz de competir em alto nível. Ele ponderou, porém, que a equipe dificilmente sustentará desempenho máximo em todas as frentes ao mesmo tempo. Na avaliação do comentarista, a temporada tende a repetir o roteiro do ano anterior, com o clube priorizando determinados torneios conforme o contexto.

A Libertadores foi citada como o principal objetivo possível. Segalla afirmou que apenas a conquista do torneio continental já representaria um ano “espetacular” para o Corinthians. A explicação passa não apenas pelo aspecto técnico, mas também pelo fator psicológico, especialmente em eventuais confrontos contra o Palmeiras.

O peso psicológico contra o Palmeiras faz diferença?

Altman destacou que o Palmeiras chega “engasgado” após derrotas recentes para o Corinthians no Paulista e na Copa do Brasil. Para ele, esse histórico recente pesa no momento decisivo. “O jogador entra em campo lembrando que acabou de perder”, observou, ao explicar como o componente emocional pode influenciar mata-matas da Libertadores.

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Segalla reforçou o argumento ao repetir que o time titular corintiano, com nomes como Memphis, Yuri Alberto e Garro, tem qualidade para decidir jogos grandes, desde que encaixe bem nos confrontos eliminatórios.

Memphis será decisivo ou administrado?

A situação de Memphis também entrou em pauta. Os comentaristas lembraram que o atacante tem a Copa do Mundo no horizonte e tende a se preservar em parte da temporada. Para Altman, isso já aconteceu no ano anterior: Memphis administrou o desgaste físico para entregar desempenho máximo quando o Corinthians mais precisou — nas finais do Paulista e na Copa do Brasil.

Essa gestão, segundo ele, explica por que o jogador foi decisivo justamente nos momentos-chave, recebendo elogios pela capacidade de aparecer em jogos grandes.

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Breno Bidon simboliza a virada de confiança?

Outro destaque do programa foi Breno Bidon. Altman chamou atenção para a evolução do jovem meio-campista, citando a mudança de percepção da torcida. Antes visto com desconfiança, o jogador ganhou moral após lances decisivos.

O editor-executivo avaliou que Bidon atravessa a transição da base para o futebol profissional, com mais desenvoltura, domínio de bola e confiança. Para os comentaristas, a confiança é determinante no futebol — e, uma vez adquirida, muda completamente o patamar do atleta.

O que esperar do Corinthians na temporada?

Após a vitória sobre a Ponte Preta, em jogo marcado por ajustes no segundo tempo, Segalla projetou um Corinthians competitivo, mas seletivo. Para ele, o clube pode chegar longe em ao menos um dos grandes torneios — Brasileirão, Copa do Brasil ou Libertadores —, mas não deve sustentar desempenho máximo nos três simultaneamente.

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O consenso no Bola Quadrada foi que o Corinthians reúne elenco, confiança recente e força psicológica para sonhar alto, sobretudo em competições eliminatórias. A resposta definitiva, porém, virá nos momentos de decisão.

VEJA+IA: Este texto resume um trecho do programa audiovisual Bola Quadrada (confira o vídeo acima). Conteúdo produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana.

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Fonte: veja.abril.com.br

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