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Política

Às vésperas de julgamento no STF, royalties do petróleo são tema de audiência na Alerj

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Às vésperas de julgamento no STF, royalties do petróleo são tema de audiência na Alerj


Os royalties do petróleo serão tema de uma audiência pública na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), às 11h desta terça-feira (28). O encontro foi convocado pela Comissão de Orçamento às vésperas do julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF), em 6 de maio, que pode alterar as regras de distribuição desses recursos no país.

De acordo com o presidente da comissão, André Corrêa (PSD), a audiência vai discutir a redistribuição dos royalties e os impactos fiscais e orçamentários para os cofres do estado. Atualmente, o Rio concentra 85% das reservas brasileiras de petróleo e responde por cerca de 83% da produção nacional.

‘Ameaça significativa para as finanças do Rio’

“Essa mudança representa uma ameaça significativa para as finanças do Rio e pode impactar diretamente investimentos públicos, o equilíbrio fiscal e a manutenção de serviços essenciais, além de ser uma medida injusta com o estado que produz a maior parte do petróleo nacional”, alerta Corrêa.

Entre os convidados para a audiência estão o procurador-geral do Estado, Renan Saad; o secretário estadual de Fazenda, Juliano Pasqual; e o secretário estadual de Planejamento, Adilson Faria. Também foram chamados representantes da Firjan, da Fecomércio-RJ, da Associação Comercial do Rio (ACRJ) e da Associação dos Prefeitos (Apremerj).

Regras dos royalties do petróleo

A distribuição dos recursos é definida pela Lei da Partilha, alterada pela Lei 12.734/2012. Desde 2013, porém, as novas regras estão suspensas por decisão provisória da ministra Cármen Lúcia, do STF, que manteve o modelo atual. Agora, em 6 de maio, o Supremo vai analisar se a lei de 2012 é constitucional.

Caso a norma seja validada, o Rio, que hoje recebe cerca de 40% do valor pago à União pelas empresas produtoras como compensação financeira pela exploração do petróleo, terá que redistribuir esses recursos entre os demais estados. A perda pode ultrapassar R$ 20 bilhões por ano.



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