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Política

Há 1 ano, Justiça mandou tirar do ar denúncias sobre Hytalo Santos

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Pouco mais de um ano antes de as denúncias do influenciador Felca provocarem uma onda de comoção nacional e mobilizarem o Congresso, acusações semelhantes contra Hytalo Santos resultaram em uma ordem judicial para remoção do conteúdo.

Em 5 de dezembro de 2024, a juíza Silvana Carvalho de Soares, do 1º Juizado Especial Cível de João Pessoa (PB), concedeu tutela antecipada parcial que determinava que a atriz e apresentadora Antônia Fontenelle removesse, no prazo de 24 horas, um vídeo publicado nas redes sociais. No material, a artista acusava o influenciador de “sexualizar crianças”, classificava o conteúdo dele como “bizarro” e afirmava que levaria o caso ao Ministério Público.

+ Entenda as denúncias de Felca contra a “adultização” de crianças

A decisão estabeleceu multa diária de R$ 1 mil em caso de descumprimento, limitada a R$ 20 mil. O pedido foi feito pela defesa de Hytalo Santos, e a juíza entendeu que a manutenção do vídeo poderia causar “dano irreparável” à imagem do influenciador antes da conclusão de eventual processo.

Na época, Hytalo já acumulava milhões de seguidores nas redes sociais. O Ministério Público da Paraíba, que hoje investiga o influenciador por suspeita de exploração de menores, não havia divulgado, em 2024, ações concretas relacionadas à denúncia feita por Fontenelle.

A nova denúncia contra Hytalo Santos

Na semana passada, o influenciador Felipe Bressanim Pereira, mais conhecido como Felca, publicou um vídeo de cerca de 50 minutos intitulado “Adultização”. O material denunciava a exploração e a sexualização de menores em conteúdo digital, incluindo acusações contra Hytalo Santos, e detalhava como algoritmos de plataformas poderiam amplificar esse tipo de material.

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O vídeo acumulou dezenas de milhões de visualizações em poucos dias. A repercussão provocou reações imediatas de figuras públicas e autoridades. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, prometeu acelerar a tramitação de projetos voltados “à proteção” de menores na internet. Parlamentares de diferentes campos políticos, como Felipe Neto e Gleisi Hoffmann, se manifestaram sobre o caso. Todos defenderam a “regulamentação” das redes sociais como uma solução para o problema da exploração infantil e a veiculação desse conteúdo na internet.

Em meio à pressão, o Instagram desativou a conta de Hytalo Santos, que tinha mais de 17 milhões de seguidores. Felca relatou ter contratado seguranças e passado a utilizar carro blindado depois de receber ameaças.

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Fonte: revistaoeste.com

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