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Alexandre de Moraes

Ministros combinaram desprezar Fux, mas podem ‘atacar’

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A estratégia de minimizar o impacto do voto do ministro Luiz Fux no Supremo Tribunal Federal (STF), antecipada por outros ministros, acabou sendo reavaliada depois do posicionamento enérgico do magistrado sobre o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

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Fux, que optou pela absolvição do ex-presidente em parte das acusações, solicitou que seus colegas não fizessem intervenções durante sua manifestação, o que restringiu o direito regimental de apartes e reduziu o debate público durante a sessão.

Repercussão interna e mudanças na estratégia dos ministros do STF

A atitude surpreendeu membros do STF, principalmente pela crítica incisiva de Fux aos votos de Alexandre de Moraes e Flávio Dino, considerada por alguns ministros como excessivamente dura.

O silêncio dos demais ministros diante da fala de Fux foi visto como um sinal de que ele teria sustentado seus argumentos sem contestação, o que gerou preocupação no tribunal sobre a imagem transmitida ao público.

Fontes do STF indicaram que, diante desse cenário, o acordo de não rebater Fux para evitar maior repercussão pode ser revisto em futuras sessões, a fim de preservar o equilíbrio interno da Corte. A informação foi divulgada pelo jornal Folha de S.Paulo.

Argumentos de Fux e reação pública

Em sua fala, Fux defendeu a anulação do processo, classificou a acusação da Procuradoria-Geral da República como narrativa, afirmou que não há provas contra Bolsonaro e disse que o STF corre risco de se tornar tribunal de exceção. Ele condenou apenas Mauro Cid e Braga Netto.

Leia também: “Togas fora da lei”, artigo de Augusto Nunes publicado na Edição 245 da Revista Oeste



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