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Após paralisão de fábricas, trabalhadores da Toyota aprovam suspensão de contratos para evitar demissões

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Os trabalhadores da Toyota aprovaram neste domingo (28) a proposta de suspensão temporária dos contratos de trabalho, conhecida como layoff. A votação foi conduzida pelo Sindicato dos Metalúrgicos de Sorocaba e teve ampla aprovação da categoria. A medida permite a suspensão temporária dos contratos de trabalho, garantindo a manutenção dos empregos e dos direitos dos funcionários.
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As negociações começaram na última sexta-feira (26), após a Toyota ter que paralisar as atividades de todas as suas fábricas no país em razão dos danos provocados pelas fortes chuvas e ventos na unidade de Porto Feliz (SP), onde são produzidos os motores.
Com a paralisação das atividades em Porto Feliz, o Sindicato dos Metalúrgicos convocou assembleia para assegurar a manutenção dos empregos não apenas na unidade afetada, mas também nas fábricas de Sorocaba e Indaiatuba, todas localizadas em São Paulo.
“O acordo foi construído com diálogo e responsabilidade, garantindo que nenhum trabalhador fique desamparado nesse momento delicado. Nosso objetivo sempre foi proteger empregos, salários e direitos”, afirmou, em comunicado, Silvio Ferreira, secretário-geral do grupo sindical,
De acordo com a entidade, 96,3% dos participantes aprovaram a proposta. O sindicato, no entanto, não informou quantos funcionários serão contemplados pelo layoff nem os detalhes das condições negociadas.
O que diz a Toyota
Em nota, publicada na última quinta-feira (dia 25), a Toyota informou que todos os colaboradores afetados pelos danos à fabrica provocados pelas chuvas estão bem e que segue cuidando das equipes. A empresa ressaltou que a retomada da planta de Porto Feliz deve levar meses e que, até lá, buscará alternativas de fornecimento de motores em unidades no exterior para reduzir os impactos sobre a produção de veículos em Sorocaba e Indaiatuba.
“No que tange à Planta de Porto Feliz em si, o levantamento de danos prossegue com bastante cuidado, a fim de permitir o desenvolvimento dos respectivos planos de reparo, mantendo a segurança das pessoas como a maior prioridade”, diz o comunicado.
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Fonte: extra.globo.com

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