Política

Caiado admite erro na contagem de votos e diz que projeto da ‘lei Anti-Oruam’ terá que voltar na próxima semana

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O projeto da “lei Anti-Oruam” continua causando polêmica entre os vereadores no velho Palácio Pedro Ernesto. Depois de ter sido declarado arquivado na sessão desta quinta-feira (27), o presidente da casa, Carlo Caiado (PL), admitiu um erro da mesa diretora na contagem de votos, e a proposta terá que voltar à votação na próxima terça-feira (2).

O erro ocorreu porque, embora o projeto tenha recebido 27 votos no total, dois eram de abstenção e, portanto, não podem ser computados para atingir o quórum mínimo de 26 votos necessários para aprovação.

“Teve um erro da mesa diretora. O projeto terá que voltar à votação na próxima sessão, na terça-feira, porque, segundo nosso regimento interno, o quórum nominal exige 26 votos. Os dois votos de abstenção representam apenas presença e não são contabilizados no processo de votação”, explicou Caiado.

De autoria de Talita Galhardo (PSDB) e Pedro Duarte (Novo), a “lei Anti-Oruam” busca proibir que a prefeitura contrate artistas que façam apologia ao crime organizado ou ao uso de drogas em apresentações abertas ao público infantojuvenil. Protocolada em fevereiro deste ano, a medida gerou intensos debates entre os parlamentares e vinha sendo sucessivamente adiada desde então.



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