Mesmo após o pedido de vista de Flávio Dino, o ministro André Mendonça antecipou seu voto no julgamento sobre como deve ser escolhido o sucessor do governo do Rio, no Supremo Tribunal Federal (STF). Ele se posicionou a favor da eleição indireta e acompanhou o relator Luiz Fux nos principais pontos em discussão.
Mendonça manteve a linha adotada no julgamento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), quando foi vencido ao votar contra a condenação de Cláudio Castro (PL). Ao considerar a renúncia do ex-governador válida e suficiente para caracterizar a vacância como não eleitoral, reforçou esse entendimento também no STF — o que sustenta, na prática, a defesa de eleição indireta no caso.
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